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Posts Tagged ‘terrorismo’

Uma psicopata no poder?

De tudo que Monica Moura falou, o que me chamou mais atenção foi a estória do email, talvez a mais fácil de checar. Se for verdade o que ela contou, que a ex-presidente escolheu o nome da conta iolanda2606, fazendo referência ao ato terrorista que resultou a morte de um soldado recruta do Exército que estava de sentinela, o significado é profundo.

Não se trataria mais de uma idiota corrupta como pensávamos até aqui. O que esse email revela é uma mente de psicopata, que sente profunda alegria com um ato que resultou na morte de um inocente. Não se sabe até onde foi a participação dela no atentado, mas parece que ela estava na célula que o executou.  Muda completamente a visão que eu tinha dessa mulher. Achava-a uma inapta, mas agora me pergunto quem realmente é.

Começo a achar que a subestimei.

Tínhamos uma psicopata no poder.

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Não sei se estão comentando nas discussões públicas, mas a meu ver o principal problema sobre o ISIS é o novo paradigma que se estabeleceu. O Al Qaeda tinha uma rede altamente descentralizada e flexível, mas a partir do momento que foi infiltrada, e sempre é possível, perdeu sua força. Passado o momento de surpresa de 2001, aos poucos as autoridades foram conseguindo controlar as ameaças.

Com o ISIS é diferente. Essa rede não existe. O novo paradigma é que qualquer um pode cometer um ato como o de Orlando, sem nenhuma ajuda externa, em nome do ISIS, que este assumirá a autoria. Estamos mais vulneráveis do que nunca pois não há planejamento, não há rede a ser descoberta. O inimigo está realmente entre nós e nenhum lugar pode se considerar livre do perigo.

Ontem um militar que está participando da segurança dos Jogos Olímpicos comentou comigo que essas coisas não acontecem no Brasil. Não é o tipo de pensamento que me tranquiliza, principalmente vindo de quem deveria estar com uma mentalidade diferente e nos convencendo que o perigo existe.

Guerra ao terrorismo é um símbolo completamente inadequado. Guerra existe entre estados, onde é possível conquistar a vitória através da fixação de objetivos militares e políticos, como já ensinava Clausewitz. Esse foi o fenômeno que a humanidade chamou de guerra. O terrorismo não pode ser vencido dessa forma, nem de qualquer outra, pois é uma prática como é o assassinato, a violência, o ato de drogar-se. Usar o símbolo guerra com o terrorismo, como já se fez com as drogas, é uma grande besteira e só dificulta as ações pois estará sempre associada ao fracasso. Começar uma guerra ao terror é começar derrotado.

Qual a solução? Tratar como crime? Bem, é um crime, mas um crime de natureza muito especial. Mas é também um comportamento, uma mentalidade. De tudo que vi, não creio que haja uma solução definitiva para o problema. O homem ainda carece de um símbolo adequado para compreender o que é o enfrentamento da ameaça terrorista. Sinceramente, não tenho respostas, até porque o terrorismo se alimenta justamente do que há de mais precioso na democracia ocidental: a liberdade.

Chesterton ensinava que diante de problemas graves, o homem prático é de pouca valia. Quando aviões começam a cair, não é o mecânico que resolve, mas o projetista que tem que ver o que está errado com o projeto. Enquanto as autoridades políticas batem cabeça, é preciso que pessoas pensem, compreendam o novo paradigma e que imaginem soluções. Isso exige tempo, mas não vejo de outra forma. O meu ponto de partida seria entender que o terrorismo não é um substantivo, mas um verbo. Mas o que sei eu?

Enquanto isso, segue o show da cultura CNN.

 

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Por Thomaz Favaron, Veja

A mensagem mais clara deixada pelo ataque é assustadora: o terrorismo na Índia assumiu uma nova fase, a do estilo Osama bin Laden. Esses atentados têm a característica de ser cometidos por militantes islâmicos bem treinados, dispostos a morrer, e o objetivo de causar a maior quantidade possível de vítimas civis. Os atacantes de Mumbai nem sequer apresentaram uma reivindicação que pudesse ser negociada pela polícia em troca da libertação de reféns. Um dos hóspedes que conseguiu escapar do hotel Taj Mahal contou que os terroristas estavam procurando pessoas com passaporte americano ou britânico e também os judeus.
Comento:
Existe uma delinqüência intelectual que circula pelo mundo é que o terrorismo islâmico seria uma reação ao bushismo, ignorando o que começou primeiro.
Quando o 11 de setembro foi planejado, o governo ainda era do liberal Bill Clinton, um espécie de pop star internacional. Bush assumiu e era ridicularizado pela imprensa, retratado como um grande bobo. Bin Laden foi claro em sua mensagem: o inimigo era o ocidente, eram os ditos valores ocidentais.
Bush comprou esta briga, até porque não tinha outra escolha depois de ter sido atacado no coração de seu país. Infelizmente ficou praticamente sozinho. A maioria das democracias ocidentais resolveu virar as costas e considerer que era um problema apenas dos americanos. O governo espanhol foi de uma covardia ímpar. Diante de um atentado que vitimou seu povo cedeu aos terroristas. Talvez um dia pague caro por isso.
Pois Obama ganhou, foi saudado nos quatro cantos do planetas e muita gente acha que estará entrando em um mundo mais seguro. Acho exatamente o contrário. O tempo dirá quem está certo. Particularmente, torço para que eu esteja errado. Embora não ache que esteja.

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Um artigo irretocável no Estadão hoje, autoria de Denis Rosenfield, professor de filosofia da UFRGS. Um trecho:

Imaginem se Lenin e Trotsky, tendo fracassado em sua tentativa de derrubar o regime czarista, viessem a pleitear, anos depois, uma “bolsa-ditadura”, resultante do seu insucesso. As autoridades governamentais russas deveriam pagar por não terem sido derrubadas e assassinadas! Pode-se estar ou não de acordo com esses revolucionários, pode-se ou não estar de acordo com as suas posições, em todo caso não se pode dizer que não fossem coerentes com seus projetos, tendo, no caso de Trotsky, dado a vida por sua causa. Morreu no México, com uma picareta cravada em sua cabeça, num golpe desferido por um agente de Stalin, que terminou sua vida num suave repouso na Cuba castrista. Tinham dignidade moral, o que não se vê nos revolucionários brasileiros da “bolsa-ditadura”.

Para ler o artigo completo, clique aqui.

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As duas faces de Dilma

1211374us_papa_e_lula_267_400Na primeira foto, temos Dilma posando de católica para ganhar a simpatia dos católicos brasileiros. Por baixo deste véu de rapina seu coraçãozinho vermelho devia fervendo, mas tudo por uma causa né?

curriculumvitae-dilmaroussefNesta segunda temos a Dilma verdadeira. A terrorista que tentou implantar uma ditadura comunista no Brasil.

É claro que existem alguns iludidos que acreditam que é possível conciliar catolicismo com comunismo. A estes só lembro o que disse Jesus: meu reino não é deste mundo.

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Não tem nem uma semana e Nelson Ascher nos presenteia com mais um texto brilhante, em mais um e-mail para Reinaldo Azevedo. Trata de um dos temas que me são mais caros, o relativismo moral. Neste mundo sem verdades, um terrorista islãmico tem o mesmo valor de um soldado americano, a prisão de Guantánamo é o equivalente de Auschwitz, Suez é o mesmo que a Primavera de Praga. No fundo, argumenta o autor, o que os pensadores de hoje, em sua maioria, querem é fugir da discussão. Mais do que tudo, não querem refletir sobre as considerações éticas e morais que pairam sobre determinados posicionamentos.

Segue um trecho:

Os “direitomistas” são, de fato, absolutistas para os quais aqueles que, por acidente, violam ocasionalmente um direito humano secundário não se diferenciam em nada daqueles que o fazem programática, sistematicamente e em grande escala. Segundo eles, o “perfeito” é, de fato, inimigo do “bom”, e eles não aceitam nada que não seja perfeito. A lógica do mal menor lhes é totalmente estranha, talvez abominável. São eles que, atualmente, empenham-se em provar que os aliados, por terem bombardeado Dresden ou Hiroxima, são tão ruins, talvez piores, do que os nazistas e os militaristas japoneses. Se alguém não é santo, então é demônio — e os demônios são, afinal, todos iguais.

Não deixem de ler o texto integral na aba de Artigos Diversos, aqui mesmo no blog.

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Discussão sobre Guantánamo

i1_a3b1Obama prometeu desativar Guantánamo. Esta é uma das maiores críticas ao governo Bush; segundo muitos, a prisão violaria os direitos humanos pois estaria em confronto com a Convenção de Genebra e a Constituição Americana.

O problema é que tanto a Convenção quanto a Constituição não foram feitas levando em consideração o terrorismo, uma criação humana muito mais recente. Reinaldo Azevedo tem tratado do tema em seu blog. Hoje publicou um e-mail que recebeu de Nelson Ascher, que passou a fazer parte do espaço de artigos deste blog. Diz Ascher:

Ora, o terrorista não-americano julgado e solto nos EUA seria recompensado não apenas com a liberdade, mas com um dos bens mais cobiçados no mundo: o direito de residir ali. Há pessoas honestas que esperam anos para conseguir um visto, e há pessoas ousadas que arriscam a vida para entrar ilegalmente nos EUA. O melhor método, porém, é viajar para o Afeganistão ou Iraque, matar soldados americanos ou afegãos e/ou iraquianos, ser capturado pelos ianques e solto em Nova York. Este, sim, é que é o prêmio — ou seja, o terror compensa.

A íntegra pode ser consultada aqui.

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