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Nunca tinha escutado falar deste filósofo, mas ele colocou uma questão interessante no twitter.

Welcome to the welfare state.

The first generation got security.

The second generation got paralyzed.

The third generation gets tyranny.

O problema, parece ser, que para conseguir o primeiro ponto, a segurança para todos, os governos empenham recursos que não possuem, inclusive sacrificando as futuras gerações. É o famoso fazer caridade com o dinheiro dos outros. 

A geração seguinte enfrenta a paralisação pois os custos de manter estes gastos sociais crescentes impede que se continue criando riquezas. Passa-se a trabalhar para sustentar um status quo que não tem como se sustentar. 

Por fim, a desordem, que é o prato cheio para os tiranos. 

Se Molyneux estiver certo, o estado do bem-estar, aka social-democracia, é um dos maiores atos de egoísmo do homem em todos os tempos. Ele toma para si não as riquezas do mundo, mas as que ainda serão produzidas. 

Talvez isso explique que tantas pessoas e casais sem filhos sejam tão fascinadas pelas teses da social-democracia. Ao mesmo tempo que tem o conforto espiritual de estarem ajudando os necessitados, não precisam se preocupar com o que virá. Afinal, como dizia Keynes, no longo prazo estaremos todos mortos. 

Acho que a França está passando do estágio 2 para o 3. 

A pergunta que me faço é se tem como interromper esta sequência ou mudar a conclusão. E se o filósofo está considerando a figura do tirano como necessariamente mal. 

Porque me parece claro que para sair da social democracia e do bem-estar exige-se algo grau de sacrifício de toda a sociedade. 

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  1. Melhor papel da Maryl Streep
  2. Hathway absolutamente linda. 
  3. Comédia perfeita, balancenado bem drama e humor.
  4. O diálogo entre Miranda e Andy no carro (You already did. With Emily.)
  5. That´s all. 

Olá pessoal!
Eis minha lista semanal de 5 notas sobre o que andei fazendo (inspirado pelo Tim Ferris 5-bullets friday)

Pentagon Wars

Uma série que estou revendo

The Nanny. Sucesso nos anos 90, este sitcom despretensioso, bem cliché sobre uma babá em uma casa de um viúvo milionário se apoia num elenco formidável, com destaque para o mordomo Niles e a impagável C. C. Babcock. Nunca me canso de assistir.

Um disco que estou escutando

Queen II. Um dos meus favoritos da banda. Não tem nenhum hit e pouco executado nos shows, é uma impressionante viagem sobre a existência humana, que se dá entre dois polos, o da virtude (white queen) e dos vícios (black queen). No fim a redenção pela ação de um salvador.

Um filme que revisitei

Pentagon Wars. Filme feito para a televisão e que passava na tv a cabo no fim dos anos 90. Uma comédia baseada em fatos reais que mostra como o projeto de um carro de combate (o Bradley) foi deformado até se transformar em uma verdadeira bomba, não sem antes favorecer muita gente.

Um livro que terminei

The Net Delusion. Evgeny Morozov mostra o lado negro da internet. Ele questiona que ao mesmo tempo que pode ser um instrumento para promover a democracia no mundo, também pode ser um poderoso instrumento de controle por governos autoritários.

Um pensamento

Terá a Igreja se esquecido do homem e de seus direitos fundamentais? Como a Igreja salvará o cristão se ela abandona a criatura que deveria tornar-se cristã?

Padre Alfred Delp, executado pelos nazistas em 1944

Hitler e a Igreja Católica

Finalmente, depois de um longo hiato, o capítulo VI da série Hitler e os Alemães. Eric Voegelin na veia!

STF e o insulto de natal

Na decisão do imoral indulto de natal dado pelo presidente, já perdemos antes da votação começar.

Para negar o indulto, o STF tem que usar sua interpretação criativa da constituição e usar o princípio altamente abstrato da moralidade para limitar o que não está limitado no texto. Chama-se ativismo judicial. Não gosto desta porcaria quando é contra o que penso e não vou gostar quando é a favor. 

Por outro lado, se for rigoroso na interpretação, como acredito que deve SEMPRE ser, o golpe é grande contra tudo que está sendo feito para coibir a corrupção. É um tapa na cara de todos nós.

Ou seja, qualquer decisão do STF é ruim, tamanho o absurdo que se transformou o Brasil.

A única coisa que sei é que nos livramos de uma boa ao não elegermos o Andrade. Imagine o que o poste não iria fazer com esse instrumento nas mãos. 

Acho que o próximo grande protesto no Brasil vai ser contra o STF. E vai ser merecido. 

Dica de série: chef’s table

Recomendo o seriado chef´s table do Netflix.

Mais do que uma série sobre chefes de cozinha, trata-se de uma série de estórias de vida. De como as pessoas encontram sua vocação.
Mas antes recomendo o documentário Jiro Dream os Sushi, também do netflix. Do mesmo diretor da série.

Quer mais uma dica?

Leia, PARA ONTEM, o livro Em Busca do Sentido, do Viktor Frankl. Tem tudo a ver com a série.

Na primeira metade do livro, Frankl descreve sua experiência em nos campos de concentração em que foi prisioneiro.

Na segunda, mostra que o ser humano tem necessidade de buscar um sentido para sua própria vida. Aqueles que desistiam de buscar este sentido, se entregavam e morriam de inanição. E vai falar de algo fundamental: a vocação.

Um livro absolutamente MARAVILHOSO.

Então, resumindo, a sequência:
1. Livro do Frankl
2. Documentário do Jiro
3. Série Chef´s table.

Bom proveito!

Hitler e os Alemães

Depois de um longo hiato, estou retomando a série Hitler e os Alemães, do Eric Voegelin, no youtube. 

Acabei de gravar o vídeo sobre como a Igreja Católica alemã aceitou o nazismo. 

Partindo para a edição para soltar ainda esta semana.

Enquanto isso, tem os vídeos anteriores:

Eric Voeglin na veia!