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Archive for the ‘Política’ Category

STF e o insulto de natal

Na decisão do imoral indulto de natal dado pelo presidente, já perdemos antes da votação começar.

Para negar o indulto, o STF tem que usar sua interpretação criativa da constituição e usar o princípio altamente abstrato da moralidade para limitar o que não está limitado no texto. Chama-se ativismo judicial. Não gosto desta porcaria quando é contra o que penso e não vou gostar quando é a favor. 

Por outro lado, se for rigoroso na interpretação, como acredito que deve SEMPRE ser, o golpe é grande contra tudo que está sendo feito para coibir a corrupção. É um tapa na cara de todos nós.

Ou seja, qualquer decisão do STF é ruim, tamanho o absurdo que se transformou o Brasil.

A única coisa que sei é que nos livramos de uma boa ao não elegermos o Andrade. Imagine o que o poste não iria fazer com esse instrumento nas mãos. 

Acho que o próximo grande protesto no Brasil vai ser contra o STF. E vai ser merecido. 

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Culpa do povo?

A cada eleição brasileira a turma que perde costuma colocar no povo a culpa pela derrota.

Em 2014, quando perdemos novamente, já tinha colocado meu pensamento sobre a culpa do povo em um diálogo. 

Li novamente hoje.

Continua atual.

http://www.caminhadafilosofica.com/filosofia-e-religiao/dialogos-filosoficos/culpa-do-povo.html

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Os protestos na França

Impressionante as imagens dos protestos na França contra Macron.

O estopim parece ser o aumento dos combustíveis, o que nos faz lembrar dos protestos de 2013.

Cada vez mais eu vejo o divisão esquerda e direita como problemática. Vejo Macron muito mais como um globalista do que como um socialista. Assim como vejo a Imperatriz do Sacro Império Germânico (aka UE), Angela Merkel, também como globalista.

Estaria o mundo começando a reagir contra esta patifaria?

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Quem insistir em analisar a política brasileira nas categorias tradicionais de pensamento vai continuar errando profundamente. A coisa mudou, e muito.

De modo geral, até a era petista, o brasileiro pouco se interessava por política. Era uma coisa que atrapalhava a diversão. Na semana da eleição tomavam uma decisão sem qualquer aprofundamento e votavam. Geralmente seguindo a opinião publicada (seja em jornal ou TV), para não ter que pensar muito.

Antes que digam que brasileiro não lê jornal, e não lê mesmo, por bons motivos, mas é um grande leitor de capa de jornal. Não é por acaso que do lado de ponto de ônibus costuma ter uma banca de jornal.

Só que não era todo brasileiro. Havia uma parte do país que se interessava muito por política. Todo aquele que acredita que a política é a forma de concertar o mundo, uma das bases do pensamento de esquerda, tratou de arregaçar as mangas para eleger quem tinha “o discurso correto”.

O resultado, entre outros, foi a eleição de um projeto de poder, encabeçado por Lula, que ia contra as crenças mais básicas da população. Como isso foi possível?

Fomos convencidos que o que interessava era economia. Gerar emprego. Programas sociais. Tudo se resumia a isso. Todo analista político da grande mídia não cansava de repetir que o brasileiros só estava interessado em melhorar sua vida.

Se valores não importa, não havia problemas de eleger uma cultura que prega o abortismo, o preconceito, a divisão social, a educação ideológica, a violência como produto social (e até mesmo justa), a sexualização da cultura, etc.

Por mais que fizessem troça, os protestos de 2013 acordaram um gigante adormecido. Os brasileiros resolveram dar um basta. Como todo despertar, foi difuso. Pediam tudo e para as pessoas erradas. Como o tempo, o discurso foi unificando, encontrando um centro. Virou a força eleitoral que elegeu Bolsonaro.

Hoje, mesmo passadas as eleições, o movimento continua. Estamos atentos. Nos informando sobre os novos ministros, seja criticando ou apoiando, não importa, o brasileiros entendeu, mesmo sem perceber, que não pode descuidar mais da política sob a pena de retornar uma cultura hegemônica que destruiu o país.

Eu não queria mais me ocupar de política, mas sinto que não posso mais esquecê-la. Não podemos deixar esta dimensão de nossa existência novamente entregue aos vários tons de esquerdismos. Essa era acabou.

O que vemos agora é uma dimensão política que já reflete o que aconteceu no campo cultural. Duas visões de mundo estão em confronto. Antes, uma era hegemônica e a outra era escondida, quase como se tivesse vergonha de se mostrar. Não mais.

É uma evolução, mas ainda não está bom. A natureza da relação entre estas culturas é de confronto. Precisa mudar. Tem que ser de tensão, o que permitiria o diálogo. Uma cultura não vai mais dominar a outra; elas terão que encontrar uma forma de convivência. Esse é o novo desafio do Brasil que nasceu das urnas.

Porque no núcleo destas duas visões de mundo há duas verdades básicas. Precisamos manter o que é bom e foi conquistado com muito esforço pelas gerações passadas; e precisamos mudar o que não é bom ou deixou de ser por algum motivo. Esta tensão é o que move o homem desde a origem dos tempos. O problema da pós-modernidade é que essas duas posições ficaram engessadas. Ou se quer mudar tudo para criar um novo mundo; ou se quer manter tudo como está, inclusive recuperando tudo que deixou de existir. Cada vez há menos espaço para posições moderadas e isso está se mostrando a cada eleição. Precisamos entender o que há de legítimo na posição do outro para abrir o caminho para um diálogo.

Transformar a política em confronto, como já está, não nos levará a lugar nenhum pois os lados se alternarão no poder com o propósito de destruir o que o outro produziu. E o resultado será sempre o caos.

 

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1. Sobre o aumento do STF, o problema não é bem o salário dos ministros, mas o efeito em cascata. Na verdade, o senado não aprovou o aumento do salário deles, mas o aumento do teto dos servidores.

2. É o mesmo problema do salário mínimo. O problema não é o salário em si, mas a vinculação da previdência a ele. São vinculações que distorcem todo o sistema.

3. Particularmente, acho o salário de 40 mil INDECENTE para qualquer servidor público, juiz ou não. Isso é salário que só deveria existir na iniciativa privada.

4. O Brasil é uma imensa teia de privilégios (alguns até justificados), mas que estão conectados uns com os outros. Difícil gerir e controlar essa monstruosidade.

5. A única certeza mesmo é quem vai pagar a conta.

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STF: Um problema para o Brasil?

Mais uma vez  ministros do STF deram recados claros que consideram como papel principal de suas funções a “defesa das minorias”.

Bem, até onde eu saiba, não é isso que está na constituição. Eles deveriam defender o que diz o texto constitucional e não usar o direito criativo para torturá-la para cumprir agenda progressista.

O STF precisa retomar seu equilíbrio.

O Brasil está mudando e vai acabar ficando para trás.

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Sobre as universidades.
 
A esquerda passou meses chamando não só Bolsonaro, mas nós, simples apoiadores, de fascistas.
 
Não tinha discurso de liderança da esquerda, como Haddad, Manuela, Gleise, etc, que não falasse o tal “fascistas não passarão”.
 
Basta ver as faixas nas manifestações do movimento elenão. Não faltavam associações ao fascismo ou nazismo.
 
Dias antes das eleições, diversas universidades, ao mesmo tempo, começam a promover “debates” sobre fascismo. Nada mais era que palco para a esquerda que domina as universidades federais pudessem fazer propaganda descarada para o Haddad.
 
Alunos e professores que não concordam com essa clara violação da lei eleitoral denunciaram aos TRE, que tomaram suas providências.
 
Agora, aparece gente para dizer que “a carapuça serviu”, que ninguém estava falando de Bolsonaro, mas tratando do problema do fascismo.
 
Vem cá, eu por acaso TENHO CARA DE IDIOTA?
 
Sim, pois usar este argumento é o mesmo que me chamar de idiota. Como se estas coisas não fossem claras o bastante. Vocês realmente tem coragem de dizer, na cara dura, sem corar, que a universidade estava apenas debatendo o fascismo sem nada a ver com Bolsonaro e os milhões que votaram nele?
 
Menos hipocrisia, por favor.

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