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Archive for the ‘Internacional’ Category

Quase todo jornalismo repete até exaustão que foi um ataque de fundamentalistas radicais contra a liberdade de expressão. Bem, quando o jornalismo começa a repetir em uníssono os mesmos jargões o meu desconfiômetro começa a disparar. Será que foi mesmo um ataque à liberdade de expressão?

Fico com a impressão que os dois terroristas muçulmanos, que me parece ser a expressão mais correta porque são terroristas e muçulmanos, alvejaram pessoas reais e não liberdade de expressão. Estavam cumprindo uma fatwa que já existia há algum tempo e queriam mesmo era vingar Alá, matando os chargistas do jornal. Se duvidar nem sabem o que é a tal liberdade de expressão.

Sabem o que é atacar a liberdade de expressão? É o governo Obama mandar prender um cineasta por ter feito um filme que segundo terroristas seria a motivação para o ataque à Bengazi, tese já rejeitada. É os governos ocidentais tomarem ações para intimidarem jornalistas e artistas de criarem qualquer coisa que possa ser considerada uma provocação à sensibilidade desses malucos. Sei não, acho que apenas os estados são capazes de atacar a liberdade de expressão.

No caso dos chargistas da Charlie Hebdo, foi justificativa para saciar um desejo de sangue humano. Tudo que esses loucos querem é uma desculpa: se não for uma charge será um filme, uma música, um penteado. Ou vocês acham que eles estariam vendendo quibe em uma padaria se a Charlie Hebdo não tivesse publicado aquelas charges? Não se deixem enganar, só há uma forma do ocidente não ofendê-los:converter-se ao islã. Tentaram há alguns séculos, estão tentando novamente. 

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Obama e as Olimpíadas

Hugh Hewitt levanta uma questão interessante:

If the president cannot persuade the International Olympic Committee, which is, after all, merely corrupt, to go his way, how will he persuade Iran’s mullahs, who are both corrupt and fanatical, to give up their nukes?

Coluna aqui.

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Obama foi ovacionado na ONU por ditadores de todo mundo, pelo pessoal da CNN e os obamaníacos em todo mundo, por dizer a teoria óbvia de política externa, que os Estados Unidos dariam preferência à diplomacia para resolver os conflitos externos. Dias depois disse que se em dois meses o Irã não mostrasse compromisso com o acordo de não proliferação de armas nucleares, os Estados Unidos teriam que tomar medidas, digamos assim, mais duras. Santo Deus! Dois meses!

Enquanto isso aquele maníaco que preside o Irã vai ganhando tempo e não acreditando na ingenuidade, se é que tem este nome, do messias americano. Lembro do filme Marte Ataca, quando o presidente vivido por Jack Nicholson negava-se a acreditar nas intenções beligerantes e tentava usar a diplomacia mesmo depois dos marcianos terem dizimado todo um comitê de recepção que os esperava na Terra. Os marcianos não caíam em si de tanto rir.

Este episódio não veio apenas da imaginação fértil de Tim Burton; aconteceu de verdade. Seus protagonistas foram os líderes da França e Inglaterra, Deladier e Chamberlain, e o marciano, que chamava-se Hitler. Depois da invasão da Tchecoslováquia, os três se reuniram em Berlin e arrancaram do marciano, digo de Hitler, a promessa que não invadiria mais país nenhum. Era o que o ditador queria, tempo. O bigodinho admitiria depois que naquele momento não teria condições de resistir aos futuros aliados, mas os dois pacifistas deram-lhe condições de montar a maior máquina de guerra da história e arrastar o mundo para um conflito de 6 anos.

Estou exagerando? Vejam a reação iraniana ao “ultimato” de Obama:

O Irã anunciou ontem a realização de testes bem-sucedidos de mísseis de curto e médio alcance, em uma demonstração de força dias depois de o Ocidente acusar o país de omitir a construção de uma usina nuclear em seu território.


O teste visa mostrar que o Irã está preparado para reagir a eventuais ameaças militares estrangeiras. “Responderemos a ações militares de maneira aniquiladora, sem importar de qual país venha a agressão”, disse o general Hossein Salami, chefe da Força Aérea da Guarda Revolucionária iraniana, agregando que foi testado também, pela primeira vez, um lançador múltiplo de mísseis.

É uma lástima que em um momento como esse os americanos tenham escolhido um presidente tão fraco para governá-los.

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Vejam o que saiu no G1, com destaque no Noblat:

Presidentes interino e deposto se negam a negociar uma solução. Zelaya permanece refugiado na Embaixada brasileira em Tegucigalpa.

Do G1:

A crise política em Honduras continua sem solução, já que o presidente interino do país, Roberto Micheletti, e o presidente deposto, Manuel Zelaya, se negam a negociar. Enquanto nenhum dos lados cede, Zelaya permanece refugiado na Embaixada brasileira em Tegucigalpa, capital hondurenha.

Na sexta-feira, o governante interino afirmou que a melhor solução é o país escolher um novo presidente. Micheletti afirmou que está disposto a renunciar, mas descartou completamente a volta de Zelaya. Por outro lado, o presidente deposto só aceitar negociar se retornar ao poder do país da América Central.

Comento:

Vejam o tamanho da impostura. Zelaya só aceita a sua volta ao poder. Micheletti, por sua vez, diz que aceita renunciar para a escolha de um novo presidente. Como assim se recusam a negociar? Como assim nenhum deles quer ceder? Micheletti está sedendo simplesmente a presidência, desde que, como manda a constituição, não seja para Zelaya.

O que falta para a imprensa brasileira escrever manchetes em acordo com o que a própria matéria diz? O lead deveria ser: “Micheletti aceita renúncia, Zelaya mantém-se inflexível”, ou coisa semelhante. Uma vergonha.

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Precisa responder?

“Vocês vão ter que acreditar num golpista ou em mim”, disse o presidente Lula, em Pittsburgh, pouco antes de partir rumo ao jantar oferecido pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para os chefes de Estado e de governo que participam da reunião do G20, que está sendo realizada na cidade americana.

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Mais gente acordando

A Biblioteca do Congresso Americano encomendou um estudo jurídico sobre a situação de Honduras e surpresa!, a conclusão é que a deposição de Zelaya foi de acordo com as leis do país. Dormam com esta agora Clinton e Obama.

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1. Que o presidente do Brasil, senhor Luiz Inácio Lula da Silva, e seu chanceler expressaram em meios de informação nas Nações Unidas que seu governo não teve conhecimento prévio da entrada do senhor José Manuel Zelaya Rosales -fugitivo da Justiça hondurenha- aos locais que o governo do Brasil ainda mantém em Tegucigalpa;
2. Que essas afirmações foram categoricamente desmentidas por seu principal beneficiário e protegido, senhor José Manuel Zelaya Rosales, que ontem declarou desde as dependências do Brasil em Tegucigalpa que “foi uma decisão pessoal e que foi consultada com o presidente Lula e com o chanceler Celso Amorim, bem como com o encarregado de negócios em Tegucigalpa”;
3. Que, à luz dessas declarações, resulta evidente a intromissão do governo do senhor Lula da Silva nos assuntos internos de Honduras;
4. Que, sendo a presença do senhor Zelaya na missão do Brasil em Tegucigalpa um ato promovido e consentido pelo governo do Brasil, recai sobre este a responsabilidade pela vida e pela segurança do senhor Zelaya e pelos danos à integridade física das pessoas e às propriedades derivadas por permitir que se converta dita missão em uma plataforma de propaganda política e concentração de pessoas armadas que ameaçam a paz e a ordem pública em Honduras.

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