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Archive for 15 de junho de 2018

5 Bullets de Sexta

Olá pessoal!
Eis minha lista semanal de 5 coisas interessantes que andei fazendo (inspirado pelo Tim Ferris 5-bullets friday)

O que estou lendo
Lepanto, o poema de G K Chesterton que conta a história da batalha de mesmo nome. Mais que isso, estou decorando os 150 versos como prática de memória. Até agora, decorei os 15 primeiros.

Quem estou seguindo no twitter
Scott Adams (@ScottAdamsSays). O criador do Dilbert é quem melhor está entendendo o fenômeno Trump.

Banda que estou “revisitando”
Iron Maiden. Disco Matter of Life And Death. Um disco quase conceitual, tratando de guerra e religião. Adoro a bateria do Nicko neste disco.

Filme da semana
Baby Doll (1956), do Elia Kazan. O cara era um gênio da direção de atores.

Citação que estou meditando
“Filhos dos homens, até quando fechareis o coração? Por que amais a ilusão e procurais a falsidade?”
— Salmo 4

O que achou? Adoraria saber da sua impressão no Twitter. Qual bullet te interessou mais? Sugestões? Mande um tweet para @jotaramone e coloque #Jota5Bullet para que eu encontre.

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Ruminando no twitter

Noite passada, depois de umas cervejas, resolvi ruminar no twitter (@jotaramone). Eis o que saiu (não digo que as coisas sejam assim, foi mais um exercício livre de pensamentos fragmentados):

  1. Pensamentos da madrugada, que não sei como articular direito, mas vamos lá. Se o Kim quiser sair do totalitarismo, como fazer? O risco é grande. Mandou matar gente, pode pagar com a cabeça.
  2. Um tribunal internacional destes pode condená-lo por crimes contra a humanidade. Um general pode matá-lo ao menor sinal de fraqueza. É um problema dos totalitarismos que poucos entendem.
  3. Para que um ditador totalitário abandone o poder ele tem que receber garantias que não será responsabilizado pelos crimes do regime depois. É injusto? Claro que é. Mas se não for assim, por que ele abandonaria o poder?
  4. Há muito ressentimento represado, pronto para vir à tona ao menor sinal de fraqueza de um regime. Pode ter guerra civil e gerar outra ditadura totalitária. (Não é redundância falar ditadura totalitária)
  5. Vejam o regime militar no BR. Era ditadura? Pode até ser, no limite. Mas não era totalitarismo. Os militares não tentaram impor um pensamento único ou uma ideologia na população.
  6. Ao contário, abominavam ideologias. Apesar de, sem saberem, serem influencidados por uma das piores, o positivismo. Não eram positivistas, mas eram tecnocracistas. Achavam que tudo se resolve com o técnico.
  7. De qualquer forma, as pessoas seguiam suas vidas. Só combatiam a luta armada e ataques diretos ao regime. Deixaram a esquerda dominar as universidades e o jornalismo.
  8. Quando pensaram em sair do poder, fica o mesmo dilema de Kim. E se forem perseguidos depois? E se forem processados e presos? Acharam talvez a melhor das soluções. A famosa anistia.
  9. Anistiaram todos da luta armada e garantiram a anistia para si mesmos. Foi a melhor solução. Os Generais poderiam deixar o poder e o país seguir sua vida. Mas isso em um regime autoritário.
  10. Totalitarismo é coisa muito mais séria. O ressentimento é muito maior pois o sofrimento vai muito além do que conseguimos imaginar. Destrói a pessoa. Vejam A Vida dos Outros.
  11. No Brasil, os esquerdistas fazem piadas de como enganavam a censura, de como os burocrataseram muitas vezes toscos e ignorantes.

 

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