Feeds:
Posts
Comentários

Archive for março \24\UTC 2018

Anúncios

Read Full Post »

STF, o vigilante sem vigia

Eu sempre me pergunto, diante de uma cena como a de obtém no STF, o quanto é realidade e o quanto é teatro. Fiquei lembrando da cena de Tom Cruise provocando Jack Nicholson até que este explodisse de raiva, confessando um crime.

Gilmar Mendes é seguramente o mais impopular dos ministros do supremo. Parte de sua fama é merecida, mas não toda. Difícil negar sua ligação com o tucanato, mas o jornalismo o coloca como exceção e não como regra, ignorando o papel de outros ministros, como Dias Tóffoli ou o próprio Barroso. Os ministros do supremo chegam lá por uma disputa intensa pela indicação partidária do governo do turno, estabelecendo relações de dívida que são difíceis de precisar.

Do destempero de ontem, chamou-me atenção:

1. Barroso perdeu o controle depois de Gilmar Mendes chamar atenção para a manobra do colega de usar um forum reduzido, uma turma do STF, para avançar a causa do aborto.

2. Barroso reproduziu boa parte do pensamento do brasileiro médio, muito formatado pela mídia, sobre o colega. Tirando as ofensas, ele clamou por idéias. Como assim? Sempre pensei que o juiz tinha o papel de interpretar leis e aplicá-las aos casos concretos. Fórum de idéias para debater é do outro lado da praça, no congresso.

3. O jornalismo deveria se interessar pelo escritório do sobrinho do Barroso, mas não vai. Barroso é praticamente o Freixo de toga. Avança todas as teses caras de nossos jornalistas, como o aborto.

4. A cada dia que passa o STF vai rasgando suas vestes e ficando explícito que é uma doença para o país. Isso não vai acabar bem.

5. Parece que as edições dos jornais da TV deixaram fora o motivo da explosão do Barroso. Deveria ser item obrigatório para qualquer matéria. Toda briga tem que começar por um estopim.

No fim de tudo, um poder que não presta contas a ninguém. O equilíbrio, pela teoria dos três poderes, se daria por sua incapacidade de legislar. Só que pelo ativismo judicial ganhou este poder, o que desequilibrou a balança para seu lado. Caminho aberto para tirania.

Read Full Post »

Achei bem interessante as discussões acaloradas na internet sobre o melhor filme de 2017 (segundo Hollywood). Resolvi coletar as diversas opiniões para refletir sobre a questão que o filme levanta sobre qualidade artística.

  1. O filme é um desfile de minorias, todas vistas como pessoas boas no nível santidade.
  2. O vilão é uma caricatura que representa a visão da esquerda sobre o homem branco cristão. É machista, preconceituoso, com distúrbios sexuais e violento.
  3. Os que não gostam do filme é porque não aceitam que haja representatividade, que se dê voz às minorias.
  4. O filme é uma alegoria ao problema da aceitação do diferente. Rejeitar o diferente por ser diferente é tornar-se um monstro.
  5. O filme é um conto de fadas moderno que nos ensina o valor da tolerância.
  6. O filme apresenta a tese que qualquer relação sexual entre duas pessoas (?) tem que ser aceita sem restrições. Qualquer um que tenha reservas é porque tem algum problema moral.
  7. O filme é muito bonito, bem feito e interessante de assistir.
  8. O filme é bonito, mas vazio de conteúdo.
  9. O filme exige sensibilidade e capacidade imaginativa para ser apreciado.
  10. O filme abre caminho para a aceitação da zoofilia como natural.

 

Read Full Post »